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domingo, 19 de setembro de 2010

120 - O QUE ACONTECE APÓS A MORTE ?



A palavra de Deus nos diz no evangelho de Lucas capitulo 16 do versículo 19 ao 31 que “havia um homem rico, e vestia-se de púrpura e de linho finíssimo, e vivia todos os dias regalada e esplendidamente.

Havia também um certo mendigo, chamado Lázaro, que jazia cheio de chagas à porta daquele;E desejava alimentar-se com as migalhas que caíam da mesa do rico; e os próprios cães vinham lamber-lhe as chagas.

E aconteceu que o mendigo morreu, e foi levado pelos anjos para o seio de Abraão; e morreu também o rico, e foi sepultado.

E no inferno, ergueu os olhos, estando em tormentos, e viu ao longe Abraão, e Lázaro no seu seio.

E, clamando, disse: Pai Abraão, tem misericórdia de mim, e manda a Lázaro, que molhe na água a ponta do seu dedo e me refresque a língua, porque estou atormentado nesta chama.

Disse, porém, Abraão: Filho, lembra-te de que recebeste os teus bens em tua vida, e Lázaro somente males; e agora este é consolado e tu atormentado.

E, além disso, está posto um grande abismo entre nós e vós, de sorte que os que quisessem passar daqui para vós não poderiam, nem tampouco os de lá passar para cá.

E disse ele: Rogo-te, pois, ó pai, que o mandes à casa de meu pai,pois tenho cinco irmãos; para que lhes dê testemunho, a fim de que não venham também para este lugar de tormento.

Disse-lhe Abraão: Têm Moisés e os profetas; ouçam-nos.

E disse ele: Não, pai Abraão; mas, se algum dentre os mortos fosse ter com eles, arrepender-se-iam.

Porém, Abraão lhe disse: Se não ouvem a Moisés e aos profetas, tampouco acreditarão, ainda que algum dos mortos ressuscite”.


Na epístola aos Hebreus capitulo 9 versículo 27 é dito que “Aos homens está ordenado morrerem uma só vez e, depois disto, o juízo”.

É uma ordem, um decreto, algo que está reservado para a humanidade:

A morte aguarda o homem!

Assim sendo, é natural procurar na Bíblia a resposta para a questão:

“O que acontece após a morte?”

Mas afinal seria o relato bíblico de “O Rico e Lázaro” uma história ou uma parábola?

Desde que Jesus não usou lendas ou fábulas para ensinar, temos diante de nós uma história real (da qual Jesus tinha conhecimento devido a sua capacidade espiritual de revelação) ou uma parábola (que é o uso de uma verdade conhecida para ensinar uma verdade espiritual).

Qualquer que seja a escolha, o resultado é o mesmo.

Se for uma história real, então o quadro revela como é a vida no Além.

Se for uma parábola, ele confirmaria a veracidade e a existência de um lugar como o descrito por Jesus, onde ficam os mortos a lição da parábola seria:

Use bem suas riquezas neste mundo e/ou respeite a Escritura.

A linguagem simbólica do relato não deve nos fazer pensar que o local aqui descrito é imaginário.

Tal linguagem se explica pela necessidade de falar do mundo espiritual para pessoas de nosso mundo material.

Para nós, o texto deve ser entendido como parábola.

Está num contexto de parábolas e tem o tipo de construção que elas possuem.

Há quem faça a objeção:

“Mas parábolas não usam nomes!”.

A resposta para isto é:

Usam sim! Este é um exemplo.

A questão é:

Onde está a frase ou princípio bíblico que proíbe o uso de nomes em uma parábola?


Para compreender bem a lição fundamental da Parábola, devemos observar o contexto e a estrutura da parábola.

O contexto é o do Jesus, justificando sua aceitação dos pecadores com duas parábolas que mostram o amor de Deus pelos mesmos:

“E chegavam-se a ele todos os publicanos e pecadores para ouvi-lo. E os fariseus e os escribas murmuravam, dizendo: Este recebe pecadores, e come com eles.

E ele lhes propôs esta parábola, dizendo: Que homem dentre vós, tendo cem ovelhas, e perdendo uma delas, não deixa no deserto as noventa e nove, e não vai após a perdida até que venha a achá-la?

E achando-a, a põe sobre os seus ombros, gostoso; E, chegando a casa, convoca os amigos e vizinhos, dizendo-lhes: Alegrai-vos comigo, porque já achei a minha ovelha perdida.

Digo-vos que assim haverá alegria no céu por um pecador que se arrepende, mais do que por noventa e nove justos que não necessitam de arrependimento.

Ou qual a mulher que, tendo dez dracmas, se perder uma dracma, não acende a candeia, e varre a casa, e busca com diligência até a achar?

E achando-a, convoca as amigas e vizinhas, dizendo: Alegrai-vos comigo, porque já achei a dracma perdida.

Assim vos digo que há alegria diante dos anjos de Deus por um pecador que se arrepende”. (Lc 15.1-10)


Ao mesmo tempo, numa última parábola, convida os fariseus e escribas a participarem de sua alegria de ver seus filhos voltando para casa.

Na verdade, ele convida os fariseus e escribas para que voltem para casa também:

“E disse: Um certo homem tinha dois filhos;E o mais moço deles disse ao pai: Pai, dá-me a parte dos bens que me pertence.

E ele repartiu por eles a fazenda.

E, poucos dias depois, o filho mais novo, ajuntando tudo, partiu para uma terra longínqua, e ali desperdiçou os seus bens, vivendo dissolutamente.

E, havendo ele gastado tudo, houve naquela terra uma grande fome, e começou a padecer necessidades.

E foi, e chegou-se a um dos cidadãos daquela terra, o qual o mandou para os seus campos, a apascentar porcos.

E desejava encher o seu estômago com as bolotas que os porcos comiam, e ninguém lhe dava nada.

E, tornando em si, disse: Quantos jornaleiros de meu pai têm abundância de pão, e eu aqui pereço de fome!

Levantar-me-ei, e irei ter com meu pai, e dir-lhe-ei: Pai, pequei contra o céu e perante ti;Já não sou digno de ser chamado teu filho; faze-me como um dos teus jornaleiros.

E, levantando-se, foi para seu pai; e, quando ainda estava longe, viu-o seu pai, e se moveu de íntima compaixão e, correndo, lançou-se-lhe ao pescoço e o beijou.
E o filho lhe disse: Pai, pequei contra o céu e perante ti, e já não sou digno de ser chamado teu filho.

Mas o pai disse aos seus servos: Trazei depressa a melhor roupa; e vesti-lho, e ponde-lhe um anel na mão, e alparcas nos pés;E trazei o bezerro cevado, e matai-o; e comamos, e alegremo-nos; Porque este meu filho estava morto, e reviveu, tinha-se perdido, e foi achado. E começaram a alegrar-se.

E o seu filho mais velho estava no campo; e quando veio, e chegou perto de casa, ouviu a música e as danças.

E, chamando um dos servos, perguntou-lhe que era aquilo.
E ele lhe disse: Veio teu irmão; e teu pai matou o bezerro cevado, porque o recebeu são e salvo.

Mas ele se indignou, e não queria entrar.

E saindo o pai, instava com ele.

Mas, respondendo ele, disse ao pai: Eis que te sirvo há tantos anos, sem nunca transgredir o teu mandamento, e nunca me deste um cabrito para alegrar-me com os meus amigos; Vindo, porém, este teu filho, que desperdiçou os teus bens com as meretrizes, mataste-lhe o bezerro cevado.

E ele lhe disse: Filho, tu sempre estás comigo, e todas as minhas coisas são tuas; Mas era justo alegrarmo-nos e folgarmos, porque este teu irmão estava morto, e reviveu; e tinha-se perdido, e achou-se”. (Lc 15.11-32).


Ao final, num último esforço, contou a parábola do administrador infiel, que fez de tudo para ter um bom futuro:

“E dizia também aos seus discípulos: Havia um certo homem rico, o qual tinha um mordomo; e este foi acusado perante ele de dissipar os seus bens.

E ele, chamando-o, disse-lhe: Que é isto que ouço de ti? Dá contas da tua mordomia, porque já não poderás ser mais meu mordomo.

E o mordomo disse consigo: Que farei, pois que o meu senhor me tira a mordomia? Cavar, não posso; de mendigar, tenho vergonha.

Eu sei o que hei de fazer, para que, quando for desapossado da mordomia, me recebam em suas casas.

E, chamando a si cada um dos devedores do seu SENHOR, disse ao primeiro: Quanto deves ao meu senhor?

E ele respondeu: Cem medidas de azeite. E disse-lhe: Toma a tua obrigação, e assentando-te já, escreve cinqüenta.

Disse depois a outro: E tu, quanto deves? E ele respondeu: Cem alqueires de trigo. E disse-lhe: Toma a tua obrigação, e escreve oitenta.

E louvou aquele senhor o injusto mordomo por haver procedido prudentemente, porque os filhos deste mundo são mais prudentes na sua geração do que os filhos da luz.

E eu vos digo: Granjeai amigos com as riquezas da injustiça; para que, quando estas vos faltarem, vos recebam eles nos tabernáculos eternos.

Quem é fiel no mínimo, também é fiel no muito; quem é injusto no mínimo, também é injusto no muito.

Pois, se nas riquezas injustas não fostes fiéis, quem vos confiará as verdadeiras?

E, se no alheio não fostes fiéis, quem vos dará o que é vosso?

Nenhum servo pode servir dois senhores; porque, ou há de odiar um e amar o outro, ou se há de chegar a um e desprezar o outro. Não podeis servir a Deus e a Mamom. (Lc 16.1-13).


A recomendação de Jesus era:

Use tudo o que tem e o que é para ter um futuro eterno com Deus.

Era o que os publicanos e pecadores estavam fazendo:

Arriscando tudo na salvação que Jesus oferecia.

Era o que os fariseus e escribas deviam fazer.

Contudo, a avareza dos fariseus e escribas os impediu de ouvir o apelo de Jesus, pelo contrário, começaram a ridicularizar Jesus.

“E os fariseus, que eram avarentos, ouviam todas estas coisas, e zombavam dele”. (Lc 16.14).

Jesus, então, passa ao ataque a ao julgamento:

Eles se achavam justos, mas não eram.

“E disse-lhes: Vós sois os que vos justificais a vós mesmos diante dos homens, mas Deus conhece os vossos corações, porque o que entre os homens é elevado, perante Deus é abominação”. (Lc 16.15).

A lei, que eles tanto prezavam, convidava a entrar no Reino, que estava sendo anunciado desde João, mas eles não obedeciam a lei, e Jesus cita o exemplo do divórcio para mostrar que eles não obedeciam a lei.

“A lei e os profetas duraram até João; desde então é anunciado o reino de Deus, e todo o homem emprega força para entrar nele.

E é mais fácil passar o céu e a terra do que cair um til da lei.
Qualquer que deixa sua mulher, e casa com outra, adultera; e aquele que casa com a repudiada pelo marido, adultera também”. (Lc 16.16-18).


Enfim, o contexto da parábola é este:

Jesus ensina o perdão de Deus e o esforço para entrar nele, mas os fariseus e escribas só pensam em dinheiro (Há algum paralelo com o mundo moderno?).

Então Jesus vai contar a parábola do Rico e de Lázaro.

A estrutura da parábola faz ver bem as duas lições fundamentais que ela apresenta.

A parábola tem duas partes.

Assim como a parábola do chamado Filho Pródigo tem duas partes (15.11-24 – a volta do filho mais novo; e 15.25-32 – a recusa do filho mais velho), assim também esta parábola tem duas partes.

Na primeira parte, Jesus mostra a famosa “inversão”:

Os primeiros serão os últimos e os últimos serão os primeiros.

O primeiro, o rico, tornar-se o último, ele é condenado.

E o último neste mundo, o mendigo Lázaro, tornou-se o primeiro no mundo dos mortos:

Está reclinado à direita do patriarca Abraão, ou seja, no lugar da mais alta honra.

Na segunda parte, que contem a principal lição, o clímax é:

Tem que obedecer a Palavra de Deus!

Se não obedece a Palavra de Deus, não tem jeito.

Esta era a lição de Jesus para os fariseus e escribas, que valorizavam a riqueza e não obedeciam a Bíblia.

A desigualdade marcou a vida destes dois homens.

O primeiro era rico como um rei.

O segundo, miserável como um rato de esgoto.

O primeiro regalava-se sem prestar atenção em Deus (o abençoador) e no próximo (Lázaro)

O segundo não tinha nada para o mais simples conforto, proteção, nem mesmo subsistência.

Os cães eram semi-selvagens e estavam prontos para devorar o homem desgraçado.

Porém, só o segundo personagem desta parábola recebe nome.

Porque recebe um nome?

Muitos pensam que uma parábola não deveria usar nomes.

O fato, contudo, é que o nome deste homem, Lázaro, vem do hebraico, Eleazar, que significa: “Deus é ajudador” ou “Deus socorreu”.

O nome dele designa o seu caráter, o que ocorre com ele:

Deus socorreu e ajudou este homem.

É por isto que ele tem nome, para que entendamos que ele foi salvo pela graça e misericórdia de Deus, e não apenas por ser pobre.

Na Bíblia, a salvação é sempre pela graça e nunca pela “desgraça”.

Conforme Hebreus 9.27 ela chega a cada um de nós.

“E, como aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo depois disso o juízo”.

Lázaro morreu e, o fato do texto não mencionar seu sepultamento, faz supor que:

Ou ele não teria sido sepultado (os cachorros, finalmente, deram cabo de seu cadáver), ou foi jogado em algum buraco (ou vala comum) sem qualquer cuidado.

Porém, do lado divino, os anjos cuidaram da alma de Lázaro.

“Não são porventura todos eles espíritos ministradores, enviados para servir a favor daqueles que hão de herdar a salvação?”. (Hebreus 1.14)

Já o rico teve grandes cuidados com seu cadáver:

Foi sepultado (podemos imaginar a pompa, o luxo e a grande multidão de herdeiros interessados), porém o silêncio sobre a recepção de cuidados angélicos mostra que, no Além, ele é que não recebe cuidado nenhum.

Ambos estão no lugar chamado INFERNO, mas que seria mais bem traduzido por Além ou mundo dos mortos; é o chamado HADES.

As versões mais modernas como a NVI (Nova versão internacional), usam o termo Hades.

Apesar de algumas versões usarem a palavra “inferno”, neste texto, os dois homens não estão no chamado “inferno eterno”, pois este é descrito com outra palavra bíblica, a palavra GEENNA (que ocorre por exemplo em Marcos 9.43-48).

Um está em tormento, outro em descanso.

O lugar de descanso é chamado paraíso (Lucas 23.43) o lugar de tormento é chamado Tártaro (2Pedro 3.4 se for correto ligar este nome a este lugar, pois também é possível que o Tártaro sirva apenas para anjos).

A expressão “seio de Abraão” designa comunhão (Rute 4.16; João 1.18) e especialmente o lugar de honra no banquete da salvação (João 13.23).

Não é o nome do lugar, mas é uma forma de dizer que Lázaro estava na festa, reclinado, ao lado direito de Abraão, ou seja, no seio de Abraão (Lembre-se que, na antiguidade, ao reclinar-se em divãs, para uma refeição, quem estava reclinado à direita de alguém, estava no seio, ou seja, na altura do tórax, desta outra pessoa).

O rico ainda pensa que pode dar ordens.

Pede a Abraão que mande Lázaro fazer-lhe um favor.

O pedido de misericórdia foi feito tarde demais.

Abraão mostra que a situação não será alterada por dois motivos:

1° - Ela é resultado da atuação de ambos na vida terrestre

2º - A situação no Além é imutável (o abismo é o símbolo da intransponibilidade).

Os mortos não podem comunicar-se com os vivos.

O rico ainda só pensa em si.

Pensa em avisar os seus familiares.

Mas a bíblia é aviso suficiente.

Quando alguém não presta atenção às Escrituras, não presta atenção a um morto ressurreto (Exemplo: João 11.45-53).

Os mortos não podem interceder pelos vivos.

Embora o rico tivesse pensado nisto, ele não pode fazer nada.

Os vivos não podem interceder pelos mortos.

A situação deles é definitiva.

O grande abismo impede qualquer mudança.

A vida além da morte é certa.

“Aos homens está ordenado morrerem uma só vez e, depois disto, o juízo”. (Hebreus 9.27).

Não há certeza maior que esta.

Não sabemos por quanto tempo estaremos vivos, mas sabemos que há vida após a morte.

A vida além da morte é de dois tipos:

Descanso ou castigo.

A Bíblia sempre falou de dois caminhos.

O “tipo de vida” que teremos depois da morte depende de nosso “tipo de vida” neste mundo.

A Bíblia é o livro para o qual devemos dar nossa atenção.

É o único meio de não sermos condenados.

Esta é a grande lição da parábola.

Não são milagres que levam a crer, mas a palavra de Deus.

Se não obedecer a palavra de Deus, irá para o lugar de tormentos.

Viva sabiamente hoje, pois não sabemos quando vamos morrer.

O conforto nesta vida não garante conforto no além.

A parábola mostra que não adianta ficar seguro com conforto nesta vida:

As coisas podem piorar no Além

O filósofo Platão, retratando o último dia de vida de Sócrates, seu ilustre mestre, atribui a ele a descrição dos filósofos como pessoas cuja

“Única ocupação consiste em preparar-se para morrer e estar morto!” (Fédon 64a).

Tal definição dizia respeito aos interesses do filósofo e da cultura grega, mas para nós, podemos lê-la dentro da ótica bíblica e lembrar que também temos esta tarefa:

Aprender a morrer!

É certo que morreremos (se Cristo não voltar antes).

Logo, devemos estar preparados para o inevitável.

O único que dá vida e imortalidade é JESUS:

VAMOS ATÉ ELE!


Que Deus abençoe a todos


Autor: Álvaro César Pestana



*VISITE TAMBÉM: TERCEIRA REVELAÇÃO - http://3arevelacao.blogspot.com/ VALE A PENA. Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

4 comentários :

Anônimo disse...

Maravilhoso estudo,simples e objetivo.
Que Deus continue a usar tremendamente esse espaço.
Fique na paz.

Mayra disse...

O Blog está muito lindo! Tudo para honra e Gloria do senhor.. eu gostaria de botar o banner do meu blog aki.. será que pode?? o meu blog é o http://mmay1405.blogspot.com/
Desde já agradeço.. graça e paz

JOSUÉ MIGUEL disse...

O que dizer desse blog. Não faltará elogios.. Textos maravilhosos, simples e de fácil compreensão e edificantes para as vidas de quem tem um verdadeiro compromisso com Deus. Meu querido irmão, louvo a Deus por sua vida e, o melhor de Deus está por vir sobre sua família. Continue transmitindo a VERDADEIRA PALAVRA DE DEUS através desse blog maravilhoso. Que chuvas de bençãos sejam derramadas sobre sua vida e fica na paz do Senhor jesus.

Mauro disse...

Parabens pelo blog!!!!
continui assim vamos levar a palavra de Deus para o mundo inteiro atraves da internet, e pro todos os meios de comunicação pois como esta escrito
em:Marcos 16/15 Ide por todo o mundo,pregai o evagelho a toda criatura. fique na paz do senhor.

http://seguindoadeus.blogspot.com

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| 29/11/2008 |